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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, manteve fora da prisão o médico veterinário César Guimarães Galli Júnior e Vanderlei Gralak. Ambos são réus em processos por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília (DF).
Gralak, inclusive, já foi condenado a prestação de 225 horas de serviços à comunidade, proibição de sair de Sorriso, utilizar redes sociais e ao pagamento solidário de R$ 5 milhões pelos danos na Praça dos Três Poderes, em sentença de dezembro de 2025. O processo está em grau de recurso.
Ambas as decisões do ministro foram proferidas no último dia 2 de fevereiro. Em relação ao veterinário, constatou-se que houve perda do sinal da tornozeleira eletrônica em diversos episódios que vão desde o fim do mês de outubro de 2025 até o início de janeiro de 2026.
O réu, porém, comprovou que as falhas decorreram de problemas no dispositivo. “Conforme apresentado pela defesa do requerente, embora tenham sido registradas violações denominadas de ‘sem sinal de GPS’, o monitorado comprovou estar em sua residência em diversas violações documentadas, conforme imagens da câmera de segurança anexadas aos autos. Assim, tenho por procedentes as alegações do réu, levando em conta, inclusive, a comprovação de que houve registro de violação por ausência de GPS, quando estava em seu domicílio”, concordou
Moraes.
Vanderlei Gralak, por sua vez, teria violado as medidas cautelares no Réveillon de 2026. O ministro do STF também acatou os argumentos de sua defesa, que utilizou justificativas da própria Coordenadoria de Monitoramento Eletrônico de Pessoal do Estado do Mato Grosso, que admitiu “dificuldades de transmissão de dados a servidores”.
Ao contrário de Gralak, o veterinário ainda será julgado.
Fonte: jknoticias
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