O governo americano ainda afirma que a facção representa uma ameaça crescente à segurança nacional devido por conta da atuação na lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e contrabando de dinheiro em espécie.
Dois brasileiros e três empresas sediadas no Brasil foram alvos de sanções por suspeita de elo com o PCC. A medida faz com que todos os bens e interesses dos alvos sob jurisdição dos EUA sejam bloqueados. Além disso, cidadãos e empresas americanas ficam proibidos de realizar transações com eles.
Veja quem são as pessoas:
Victor Henrique de Oliveira Shimada, apontado pelo Tesouro como líder do núcleo paulista da rede e elo entre operadores do PCC na Flórida e traficantes internacionais. De acordo com o comunicado, Shimada teria lavado mais de US$ 30 milhões em recursos ilícitos gerados em diversas cidades americanas, utilizando criptomoedas para transferir os valores ao Brasil.
O Tesouro afirmou ainda que, em janeiro de 2025, Shimada chegou a cumprir prisão domiciliar no Brasil porque a Victory Trading teria sido utilizada para lavar recursos desviados de um clube de futebol brasileiro em um esquema de fraude publicitária.
Embora o comunicado não cite nominalmente o Corinthians, a empresa de Shimada aparece nas investigações do caso “Vai de Bet”, que apura um suposto esquema de desvio e lavagem de dinheiro relacionado ao contrato de patrocínio do clube. Segundo denúncia do Ministério Público paulista, a Victory Trading foi a última empresa pela qual passaram recursos antes do repasse à UJ Football, também investigada no caso.
Fonte: Notíciais ao Minuto
Siga @tvriomadeira24h para mais Notícias

